Peso no bolso Nos quatro dias de operação, a PRF aplicou 2.325 multas nos trechos de rodovias federais que cortam o DF. O "ranking" foi liderado pelo excesso de velocidade, seguido pela ultrapassagem em local indevido, consumo de bebida alcoólica e não uso do cinto de segurança. De acordo com a corporação, a maior parte das infrações ao Código de Trânsito Brasileiro foi registrada na BR-020 – que liga Brasília a Fortaleza (CE), e é considerada a rodovia mais perigosa do DF – e na BR-060 – que liga Brasília a Campo Grande (MS)




O terremoto originado na Bolívia e sentido em diversas regiões do Brasil nesta segunda-feira (2) não gerou dano material aos edifícios impactados no Distrito Federal, afirma a Defesa Civil. Nas horas seguintes ao tremor, técnicos vistoriaram 25 edifícios que chegaram a ser esvaziados na área central de Brasília.
Até as 16h, engenheiros e técnicos da subsecretaria de proteção descartavam "qualquer tipo de dano às estruturas". Neste horário, ainda havia previsão de avaliar outros sete prédios.
Segundo o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), os tremores foram reflexo de um terremoto de magnitude 6,7 ocorrido na Bolívia. No Distrito Federal, quem estava no Plano Piloto, na Esplanada dos Ministérios, no Guará e em Planaltina relatou "sintomas" do terremoto.
A sensação se repetiu em diversas regiões do país. Ainda pela manhã, houve registro de desconforto, alerta e interdição de áreas em São Paulo, Santos (SP), Marília (SP), São Carlos (SP), Araxá (MG), Belo Horizonte (MG), Uberlândia (MG), Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Pela manhã, o Observatório Sismólogico da UnB chegou a pontuar o "tremor" na Bolívia com a magnitude de 6,8. À tarde, o dado foi fechado em 6,7. Ainda segundo os pesquisadores, o epicentro ocorreu a 548 km de profundidade – com margem de erro de 2 km, para mais ou para menos.

E o viaduto?

Questionado pela reportagem, o coronel Bezerra afirmou que a Defesa Civil não foi chamada para vistoriar a estrutura do viaduto que desabou há quase dois meses na região central de Brasília. O equipamento está escorado por vigas de metal e concreto e, por isso, segundo explicou, "resiste tranquilamente".
"Para essas estruturas, a sensação é a mesma quando passa um carro pesado e a estrutura balança, não significa que vá desabar."
A Defesa Civil explica, ainda, que eventos como tremores de terra são muito sentidos em edificações mais altas. "Quanto mais alto o prédio, mais fácil apresentar esse fenômeno, por conta da distância para o solo".
Prédios esvaziados até as 12h30:
  • Ministério da Educação
  • Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
  • Ministério da Justiça
  • Infraero
  • Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1)
  • Anvisa
  • Terracap
  • Codhab
  • Tribunal de Contas do DF
  • Rodoferroviária (DFTrans e Adasa)
  • Prédios do Setor Bancário Sul (Banco do Brasil, Caixa, FNDE)
  • Prédios do Setor de Autarquias Sul (OAB, Ibama)
  • Prédios do Setor Comercial Sul
  • Universidade Corporativa Banco do Brasil

FONTE:G1 MUNDO

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