Joaquim Roriz é internado no DF, três dias após diagnóstico de pneumonia



O ex-governador do Distrito Federal e ex-senador Joaquim Roriz foi internado em um hospital particular de Brasília neste domingo (15). Desde a última quinta (12), o político tenta se recuperar de um quadro de pneumonia.
Segundo assessores da família, o antibiótico tomado nos últimos dias, em casa, não foi suficiente para debelar o quadro de febre persistente. Por isso, a equipe médica do hospital Home recomendou a troca do remédio por um outro antibiótico, de uso intravenoso.
Em razão do quadro de saúde delicado, Roriz recebe assistência permanente de enfermeiras e cuidadoras em casa, em regime de home care. Apesar disso, a família disse preferir que ele recebesse o medicamento no hospital.
Até as 17h, Joaquim Roriz seguia internado em um leito de terapia semi-intensiva, por precaução. O quadro, de acordo com familiares, era considerado estável.
Na quinta, segundo o diretor do hospital Home, Cícero Dantas, exames de imagem confirmaram o quadro de infecção pulmonar. Naquele momento, a equipe não recomendou que Roriz ficasse internado.

Saúde frágil

Há três semanas, em 20 de março, Roriz foi levado à mesma unidade com tosse forte e vômitos. Por precaução, o ex-governador foi internado e submetido a avaliação médica. Ele recebeu alta no dia seguinte, mas os detalhes do caso não foram divulgados a pedido da família.
Em fevereiro, um laudo do Instituto Médico Legal (IML) elaborado a pedido da 2ª Vara Criminal de Brasília apontou que Joaquim Roriz tem mal de Alzheimer em estágio avançado e quadro de demência vascular. Na época, a família de Roriz pediu que "o momento da esposa e filhas do ex-governador" fosse respeitado.
Em agosto de 2017, o político passou por complicações relacionadas a outra doença crônica – o diabetes. Internado por conta dos problemas circulatórios, ele chegou a amputar dois dedos do pé esquerdo, recebeu alta e, dias depois, teve de amputar a perna direita na altura do joelho. Naquele momento, a família também evitou declarações à imprensa.

FONTE:G1 MUNDO

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