or causa do feriado da Semana Santa, a Polícia Rodoviária Federal iniciará o monitoramento intensivo das rodovias do país a partir desta quinta-feira (29). O reforço do policiamento se estenderá até domingo (1º). A fiscalização da PRF vai se concentrar nos trechos de rodovia com maiores índices de acidentes e crimes. A operação tem o objetivo de reduzir o número de acidentes e garantir maior segurança e fluidez no trânsito. Nesse mesmo feriado de 2017, a PRF contabilizou 1.091 acidentes, 82 mortos e 1.107 feridos em rodovias federais. A operação também registrou 47,7 mil infrações de trânsito. Ações Nas ações de fiscalização, os policiais rodoviários vão verificar excesso de velocidade, uso de álcool pelos motoristas, cinto de segurança, transporte seguro de crianças e ultrapassagens indevidas. Para este feriado, a PRF também decidiu restringir o tráfego de alguns tipos de veículos, para aumentar a segurança das pistas, principalmente nos momentos de ultrapassagem, e aumentar a fluidez do trânsito. As chamadas Combinações de Veículos de Cargas (CVC), portadores de Autorização Especial de Trânsito (AET), de Combinações de Transporte de Veículos (CTV) e Combinações de Transporte de Veículos e Cargas Paletizadas (CTVP), só poderão circular em horários e dias determinados pela polícia. Durante os quatro dias de operação, a PRF informou que todo o efetivo da corporação será empregado. Serão mobilizados 250 radares, 1.824 etilômetros (bafômetros), 484 motocicletas e 1.398 viaturas em ronda. Recomendações A PRF orienta que os motoristas redobrem a atenção e façam a revisão do carro, verificando os pneus (inclusive o estepe), as palhetas dos limpadores de para-brisa, assim como os itens de iluminação e sinalização. Planejar a viagem, pesquisando e escolhendo quais locais são mais adequados para paradas de alimentação, abastecimento e descanso, é importante para evitar surpresas, dizem os especialistas. Outra recomendação é para que os motoristas mantenham a atenção na pista e respeitem as sinalizações e limites de velocidade.



Apenas um consórcio demonstrou interesse em assumir a administração do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, localizado no Eixo Monumental, em Brasília. A abertura dos envelopes com as propostas para a concessão foi feita na tarde desta terça-feira (27).
O grupo interessado – Capital DF – atendeu aos pré-requisitos do edital e deve ser aceito. Porém, como exigiu que o governo do Distrito Federal não faça mais nenhuma objeção ou novo pedido, a Secretaria de Fazenda suspendeu a sessão e decidiu convocar outra para daqui a cinco dias úteis, em 4 de abril.
Segundo o governo, o tempo será usado para uma análise mais apurada do contrato, com foco "nas áreas técnica, jurídica e econômico-financeira". Segundo o subsecretário de Parcerias Público-Privadas da Secretaria de Fazenda, Rossini Dias, se o acordo "passar", será a primeira concessão feita na gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB).
O consórcio Capital DF é formado por três empresas de Brasília especializadas no segmento de produção de eventos – VGS Produções, ESB 116 Administração e Participações e Centro Internacional de Convenções do Brasil.

Vão pagar quanto?


O contrato prevê a concessão do Centro de Convenções por um período de 25 anos. O consórcio terá de pagar R$ 3,8 milhões ao GDF no ato da assinatura do contrato. Além disso, será obrigada a repassar R$ 2,6 milhões, anualmente, pelos próximos 25 anos
O governo do DF decidiu entregar o Centro de Convenções à iniciativa privada como concessão porque os estudos de viabilidade apontaram que o espaço consegue gerar lucro por conta própria, sem repasse de dinheiro estatal.
De acordo com Rossini Dias, a empresa assumirá a gestão assim que o documento for assinado. Os próximos empreendimentos a serem repassados pelo GDF à iniciativa privada, segundo ele, serão o Centro Administrativo Vivencial e Esporte (Cave), no Guará; o Parque da Cidade; e a Via Transbrasília. Os dois primeiros são concessões. A estrada, uma Parceria Público-Privada (PPP).

O procedimento

Durante a seção, Rossini Dias seguiu um processo de abertura de quatro envelopes: o primeiro com o credenciamento, o segundo com a proposta do consórcio, o terceiro com a apresentação da garantia de pagamento - que será feita por meio de uma apólice de seguro - e último com os documentos de habilitação.
Cada envelope depende da aprovação do anterior para ser aberto. A seção foi suspensa apenas na abertura do último documento

Se o contrato for fechado, o consórcio ficará responsável pela gestão e pela operação do prédio de 54 mil m² no Eixo Monumental. Além dos palcos de shows, o edifício abriga dezenas de salas comerciais, auditórios de pequeno e médio porte e pavilhões. A agenda de eventos ficará a cargo do operador privado.

FONTE:G1 MUNDO

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