Trabalho para escorar viaduto tombado no DF vai demorar 1 semana, diz novo chefe do DER




O trabalho de escoramento para sustentar a estrutura que sobrou do viaduto que desabou no Eixão Sul vai demorar uma semana para ficar pronto, informou nesta quinta-feira (8) ao  o novo diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Distrito Federal. Segundo Márcio Augusto Buzar, a instalação do escoramento deve começar ainda nesta quinta ou na sexta.
Este suporte será feito por pilares de metal preparados pela Novacap. O objetivo é garantir a firmeza do viaduto na passagem da Galeria dos Estados – e assim evitar novos desabamentos, como o que ocorreu na terça-feira (6). De acordo com o diretor do DER, o trabalho não é simples.

“O escoramento é uma atividade de risco porque pode desmoronar o que está lá. Por isso que não foi feito no mesmo dia do desabamento. Precisa de um planejamento. Não podemos colocar nenhum trabalhador em risco”, declarou Buzar.
De acordo com o diretor, o escoramento é essencial para as próximas etapas. A principal delas é colher amostras que vão servir para determinar o que causou o desabamento. Com isso, será possível decidir o que será feito do local: se dá para aproveitar o que ficou ou se é preciso começar do zero.
Ao , o novo diretor do DER declarou que a pasta tem cerca de R$ 100 milhões à disposição para aplicar neste ano em obras de infraestrutura. Metade desse valor tinha sido anunciada pelo governador Rodrigo Rollemberg, da chamada “reserva de contingência”.
Segundo o Buriti, a prioridade será dada às intervenções na Galeria dos Estados. Depois, o que “sobrar” pode ser usado em outras áreas designadas como críticas. Uma delas é a Rodoviária do Plano Piloto.
“Na época em que a rodoviária foi construída, há quase 60 anos, não tinha previsão de proteção contra corrosão. É uma área que tem muito dióxido de carbono, então a contaminação da armadura é permanente. Como ali é o maior tronco de mobilidade do DF, temos que ter equipes permanentes por lá”, afirmou Buzar.
Em dois anos de obras na rodoviária, foi feita a recuperação das armaduras. A fase atual é a de troca de fiação, iluminação e revestimento: tudo isso deve durar ainda um ano. Ainda assim, a ideia é manter uma equipe lá sempre de olho no espaço. “A gente precisa dar atenção à rodoviária. Precisa de um corpo permanente cuidando da estrutura.”


FONTE:G1 MUNDO

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