Laboratório da UnB descarta morte de macaco no Entorno por febre amarela




Uma análise da Universidade de Brasília (UnB) concluiu que o macaco encontrado morto no Novo Gama, cidade do Entorno do DF, não morreu de febre amarela. Obtido pela TV Globo nesta terça-feira (30), o relatório de necropsia do Laboratório de Patologia Veterinária, no entanto, não diz o motivo da morte – apenas destaca a não contaminação pelo vírus.
O documento foi redigido na sexta (26). Ele também descreve as condições do macaco ao chegar para análise. “Observou-se ausência de dentes em maxilas e mandíbula deslocada. A carcaça apresentava moderado a severo grau de autólise [decomposição].”
Para chegar ao resultado sobre a febre amarela, os técnicos coletaram e investigaram fragmentos de fígado, rins e baço. Fragmentos do cérebro, do pulmão e do coração também foram congelados para exames complementares (como o da raiva), que poderão atestar a real causa da morte.

De acordo com a Saúde, foram registradas seis ocorrências de morte de macacos em 2018 no DF, e "todas estão sendo investigadas". Apesar disso, a pasta afirma que "não há surto da doença" e esclarece que está monitorando o Entorno.
Em caso de morte de macacos, a população deve informar à Vigilância Ambiental pelo número 99269-3673. Nas cidades do Entorno, o cidadão deve acionar a Secretaria de Saúde do município. Especialistas recomendam que o animal não seja manipulado ou retirado do local

Macacos não transmitem febre amarela: são vítimas tanto quanto humanos. Eles são considerados "aliados" no combate à doença porque a morte deles pode indicar que há circulação de febre amarela na região.

FONTE:G1 MUNDO

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