Homem que vendeu cocaína a advogado no DF é professor da rede pública




O homem de 42 anos preso pela Polícia Civil do Distrito Federal por vender cocaína ao advogado que teve alucinações dentro do escritório na noite desta quarta-feira (24) é professor ativo da Secretaria de Educação.
Segundo consta no Portal da Transparência, ele trabalha na rede pública desde março de 2002 e recebe salário de R$ 6.263. Atualmente, está lotado no Centro de Ensino Médio Júlia Kubitschek, na Candangolândia.
A Secretaria de Educação informou que o professor será suspenso ou demitido do cargo se houver confirmação do crime. "Tão logo seja instaurado o inquérito, a corregedoria promoverá o afastamento imediato do funcionário."
O professor está detido na Carceragem do Departamento de Polícia Especializada, onde ficará até que o processo seja analisado pela Justiça. Ele foi autuado por uso e tráfico de drogas, cuja pena varia de 5 a 15 anos de prisão, além de multa. O crime é inafiançável.
Já o advogado, que foi autuado apenas pelo consumo da cocaína, assinou termo de compromisso e foi liberado. Foi ele quem acionou a PM, durante uma alucinação.

Alucinação

Após consumir a droga, por volta das 23h, o advogado ligou para a polícia e disse que o escritório – que funciona em uma casa na QI 23 do Lago Sul – havia sido invadido por oito pessoas. No local, os militares fizeram uma varredura e não encontraram os "criminosos".
"Questionados sobre o uso de entorpecentes o ambos assumiram ter usado cocaína e que os supostos invasores não passavam de alucinações", informou a PM.
Em uma lixeira foram encontrados 30g de um pó branco que, supostamente, seria cocaína. Os policiais também encontraram 200g da droga dentro de um carro estacionado na garagem, uma balança de precisão e comprimidos. As substâncias foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística da Polícia Civil.

FONTE:G1 MUNDO

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