Carnaval no DF: brasiliense cria aplicativo com programação dos bloquinhos





A cada ano, o Carnaval de Brasília conquista novos foliões. Bloquinhos de rua que, no passado, contavam com a participação de cerca de 500 pessoas, hoje, exibem estrutura para milhares de participantes. A festa também foi estendida e, já no início de janeiro, as ruas do DF são tomadas por confetes e serpentinas. De olho nesse movimento, o analista de sistemas Paulo Mota decidiu criar um aplicativo com a agenda das festas carnavalescas do Distrito Federal.
Disponível gratuitamente para Android e iOS, o app “Carnaval BSB” permite que o usuário filtre os “rolês” que mais atendem seus desejos. Entre as informações disponíveis, estão o local e o horário de início da festa.

A ideia do sistema surgiu quando Mota procurou, sem sucesso, em novembro do ano passado, um aplicativo com as datas dos bloquinhos do DF. “Passei o Carnaval de 2017 no Rio. E, lá, esses dispositivos são bem comuns. Como ficarei em Brasília neste ano, vi aí uma ideia”, disse o analista de sistemas.
Para desenvolver o aplicativo, ele contou com a ajuda do amigo e também analista de sistemas, Thyaki Takuno. O designer Welvis Fernardes ingressou no time e, em 4 janeiro, a plataforma foi lançada para celulares Android. Nesta última quarta-feira (17), o sistema entrou para o catálogo da App Store. Até esta quinta, Mota havia contabilizado 500 downloads do app.

Pelo menos 90 blocos de rua – distribuídos pelo Plano Piloto e pelas regiões administrativas do DF – estão cadastrados no aplicativo.
“Não tive tempo para procurar os organizadores das festas e o GDF para criar parcerias. Então, busquei toda a programação em sites e, quando vejo novos bloquinhos, atualizo a lista”, detalhou Mota.
Como a folia já está próxima, o analista de sistemas planeja aperfeiçoar o aplicativo para o Carnaval de 2019. Uma das melhorias previstas é permitir que usuário possa avaliar as festas.
“As pessoas apresentaram algumas sugestões para deixar o aplicativo mais completo, mas o tempo está curto. Por isso, as mudanças deverão ser feitas no próximo ano.”

FONTE:G1 MUNDO

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