'Eu mantive o corpo da minha filha em casa por três semanas'

niamh Storey Davidson recebeu um diagnóstico de tumor de Wilms - um câncer raro de rim que afeta crianças - aos seis anos.
Ela enfrentou o tratamento por quase três anos, mas continuou piorando. Então a família recebeu a notícia que o estado dela era irreversível.
"Pensar que ela não estaria aqui era algo insuportável", lembra Gilli.
"Ela morreu em casa às 13h30, ao meu lado e do pai dela." Os outros filhos de Gilli - incluindo o irmão gêmeo de Niamh, Zach - estavam na escola ou na faculdade.
Mas em meio àquela tempestade de tristeza e chateação, Gilli tinha certeza de uma coisa: ela queria doar os olhos de Niamh, os únicos órgãos da garota que não tinham sido afetados pela doença.
Doação de órgãos é algo muito importante para a família de Gilli - quando era bebê, um dos irmãos de Niamh fez um transplante de coração após contrair uma grave infecção no peito.
A mãe precisava agir rápido. Por volta das 17h ela estava em contato com a Arka Original Funerals - uma empresa da cidade de Brighton, na Inglaterra, que integra um movimento no Reino Unido para retirar o caráter industrial e humanizar as questões que envolvem a morte.

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